Assistente BackOffice – TROFA
Colaborador(a) Polivalente com Experiência em Costura (área industrial) / Ovar
Funcionário para BAR e MESAS – Porto
Gerente de loja – Grande Porto
Piscineiro (m/f) – Manutenção de Piscinas Privadas – Loulé
Técnico de Reparação Autocaravanas – Lisboa
Treinador Canino M/F – Lisboa
Assistente de Vendas em Loja (M/F) – Coimbra
Brasileiros “anteciparam-se” aos americanos em Portugal, diz Bernardo Mota Veiga
Bernardo Mota Veiga comenta que os brasileiros já estavam mais inseridos e adaptados em Portugal, o que fez com que, quando os americanos começaram a intensificar sua presença, os brasileiros já tivessem vantagens competitivas no mercado imobiliário, cultural e no estabelecimento empresarial.
Segundo ele, isso se dá por fatores como língua compartilhada, conexões históricas e comunidades bem estabelecidas que facilitaram o caminho dos brasileiros para adquirir imóveis, abrir negócios e se integrar ao tecido econômico português antes do boom de interesse dos EUA.
Essa “antecipação” permite que os brasileiros já ocupem posições estratégicas no país — algo que os americanos terão que alcançar agora, enfrentando barreiras culturais, burocráticas ou de rede de contatos.
Fontes
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CNN Portugal / IOL
Portugal mantém-se sem casos da febre do Nilo, apesar de surto na Europa
Portugal permanece sem casos confirmados da febre do Nilo Ocidental, mesmo com surtos em países europeus vizinhos chamando atenção para o vírus. As autoridades portuguesas reforçam a vigilância, destacando que o país tem adotado medidas preventivas no controle de mosquitos e monitoramento de aves e animais.
Na Europa, várias nações reportaram aumento de infecções humanas e animais pelo vírus, especialmente em regiões do leste e sul; isso eleva o alerta para potenciais expansões do vírus para novos territórios. A movimentação migratória de aves e as condições climáticas favoráveis a vetores (mosquitos) são apontadas como fatores de risco para a propagação futura.
Especialistas enfatizam que, apesar da ausência de casos em Portugal, é crucial manter a vigilância ativa, fortalecer os planos de detecção precoce e reforçar campanhas de controle de mosquitos.
Fontes
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Observador
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Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV)
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CFS Ph (Centro de Recursos sobre Saúde & Segurança Animal






