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Ordem dos Enfermeiros apresenta propostas à ministra da Saúde. Faltam 14 mil profissionais
A Ordem dos Enfermeiros (OE) apresentou à ministra da Saúde, Ana Paula Martins, 16 propostas para serem integradas no plano de emergência do Governo para o setor da saúde. A OE alertou para a grave falta de profissionais de enfermagem em Portugal, estimando que o défice seja de 14 mil enfermeiros.
As propostas da OE incluem medidas para:
- Aumentar o número de vagas nas escolas de enfermagem
- Criar incentivos para a contratação e retenção de enfermeiros
- Melhorar as condições de trabalho dos enfermeiros
- Revalorizar a carreira de enfermagem
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, manifestou-se recetiva às propostas da OE e agendou uma reunião com os sindicatos do setor para discutir a carreira dos enfermeiros e as condições salariais.
Esta é uma boa notícia para os enfermeiros portugueses, que lutam há muito tempo por melhores condições de trabalho e salariais. As medidas propostas pela OE, se implementadas, poderão ajudar a resolver o problema da falta de profissionais de enfermagem em Portugal.
Ex-presidente da CP contradiz secretária de Estado sobre indemnização de 80 mil euros
Manuel Queiró, ex-presidente da Comboios de Portugal (CP), contesta as declarações da Secretária de Estado dos Transportes, Cristina Pinto Dias, sobre a sua saída da empresa e a indemnização de 80 mil euros que recebeu.
Queiró afirma que fez à CP uma comunicação formal da sua ida para a Autoridade da Mobilidade e Transportes (AMT), contrariamente ao que foi dito por Pinto Dias. O ex-presidente da CP garante que entregou uma carta à administração da empresa em que comunicava a sua saída e a sua intenção de assumir funções na AMT.
As declarações de Queiró surgem depois de Pinto Dias ter afirmado que a CP não tinha sido informada formalmente da saída do seu presidente. A Secretária de Estado explicou que a empresa apenas teve conhecimento da decisão de Queiró através da comunicação social.
A polémica em torno da indemnização de 80 mil euros que Queiró recebeu também continua a gerar debate. A secretária de Estado dos Transportes considerou que o valor da indemnização “não era adequado”, enquanto que o ex-presidente da CP defende que o valor estava em linha com o seu contrato e com as práticas do mercado.
Ainda não se sabe qual será o desfecho desta polémica. A CP já anunciou que está a analisar a situação e que poderá tomar medidas legais.






