Conheço os dois lados da imigração:
O lado da esperança de quem sai da sua terra a procura de um futuro melhor, e do lado difícil de quem chega e aceita qualquer trabalho para sobreviver e a dura realidade de viver
com medo de ser convidado a abandonar o país.
A minha experiência como cuidadora de idosos em lar da 3-a idade ensinou-me que imigrar não é só mudar de terra é reconstruir-se.
Cuidar de quem sem opção, deixou tudo para trás, a sua casa, família, bens, hábitos e foi viver num lar de repouso da 3-a idade , em algum momento me leva a equiparar ao imigrante que precisa ser tratado com humanidade e dignidade.
Por isso defendo por uma imigração com regras claras e sobretudo com humanidade e dignidade da pessoa humana.
Por:
Ana Soares.








