Coordenador(a) de Agência – Lisboa
Psicóloga(o) Educacional – Part-Time/Full Time (Cascais e Oeiras)
Comercial – São Salvador do Campo
Formador/a de Inglês – Lisboa
Contabilista Certificado – Braga
Administrativo/a – Setubal
Técnico(a) de Contabilidade Júnior (Recém-Licenciado/a) — Lisboa
Combustíveis podem subir até 10% em Portugal: entenda os motivos
A pressão da Comissão Europeia sobre o governo português pode resultar em um aumento expressivo nos preços dos combustíveis — estima-se alta de até 10% para gasolina e gasóleo.
O ponto central é o desconto vigente sobre o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), que foi implementado como medida temporária desde 2022. A Comissão exige que esse desconto seja eliminado, sob argumento de que se configura como subsídio indireto aos combustíveis fósseis.
Segundo cálculos da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG):
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A gasolina simples 95 pode subir cerca de 16,2 cêntimos por litro, o que representa ~9,5% de alta.
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O gasóleo pode aumentar até 14,4 cêntimos por litro, ou ~9,2%.
Para se ter uma noção prática: encher um tanque de 50 litros de gasolina passaria a custar 93 euros (antes ~85 euros), enquanto para um veículo a gasóleo o custo subiria de ~78,5 € para ~85,8 €.
Fontes
- Pplware
População de Portugal pode cair para 8,3 milhões até o fim do século
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que, se mantidos os padrões atuais de fertilidade e migração, a população residente em Portugal poderá cair para 8,3 milhões de habitantes até 2100. A estimativa representa uma diminuição de cerca de 2,4 milhões de pessoas em comparação ao cenário base.
Segundo a projeção, Portugal ainda poderá atingir um pico de 10,9 milhões de habitantes em 2029, antes de iniciar o declínio demográfico. A população deverá cair para menos de 9 milhões já em 2079, e a queda será mais brusca no cenário sem migração, onde o país poderia ter apenas 6 milhões de habitantes em 2100.
No que diz respeito à estrutura etária, o número de jovens deve cair de 1,4 milhão para cerca de 1 milhão, enquanto a população idosa crescerá de 2,6 milhões para 3,1 milhões. O índice de envelhecimento — relação entre pessoas acima de 65 anos e população ativa — deverá subir de 39 para 73 idosos para cada 100 ativos.
Fontes
- Jornal de Negócios






